Especial

DIA LARANJA

Todos contra a violência às mulheres

Neste dia 25 de novembro (sábado) será comemorado o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher, como forma de homenagear as  irmãs Mirabal, heroínas da República Dominicana brutalmente assassinadas em 25 de novembro de 1960. E em Medianeira, a campanha de conscientização acontecerá entre os dias 24 e 30.

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Marcando o início das atividades, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher em parceria com a Secretaria de Assistência Social e demais entidades ligadas ao combate à violência contra a mulher, realizam amanhã (sexta-feira 24) um Ato Público de abertura da campanha, na Praça Ângelo Darolt a partir das 09h30.

O trabalho de divulgação da campanha em Medianeira iniciou hoje de manhã (quinta-feira 23) com entrevista em rádios. Amanhã (24), acontece o ato na praça com distribuição de panfletos informativos – falando sobre a Lei Maria da Penha, os tipos de violência contra a mulher (física, sexual, psicológica, moral e patrimonial) e como agir diante de uma ameaça ou situação de violência. “A violência contra a mulher é todo ato que resulte em morte ou lesão física, sexual ou psicológica, tanto na esfera pública quanto na privada. Não é a violência que cria a cultura, mas é a cultura que define o que é violência. Ela é que vai aceitar violências em maior ou menor grau a depender do ponto em que nós estejamos enquanto sociedade humana, do ponto de compreensão do que seja a prática violenta ou não”, disse a secretária de Assistência Social Delcir Berta Aléssio.

Sobre os casos de denúncias, a membro do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e psicóloga do CREAS Alessandra Elisa Gromowski aponta que há diversos canais para a vítima ser ajudada. “A denúncia chega a nós pelo 180, Disk Direitos Humanos (100) e pelas polícias Militar e Civil. A vítima também pode procurar o CREAS que faremos as orientações necessárias (boletim de ocorrência). Somente neste ano, recebemos 140 boletins de ocorrência e documentos da Vara Criminal. Independente da violência sofrida, acompanhamos todas com entrevista para entender o que aconteceu e oferecemos um grupo de apoio para troca de experiências – com reuniões realizadas quinzenalmente nas terças-feiras, das 14 às 15h30, trabalhando diversas atividades e conversamos sobre diversos assuntos”, apontou Alessandra.

No período da campanha, também serão realizadas diversas palestras nas escolas, abordando temas relacionados à violência contra a mulher e feitos trabalhos com os alunos.

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LEIA POR EDITORIA

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