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Messi é eleito melhor jogador do mundo pela sexta vez

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A temporada está chegando ao fim e com ela começam as conversas, acertos de contratos, jogadores e técnicos que saem, outros que voltam. Mas o que todos percebem é que, além disso, começa a gastança por parte dos dirigentes em busca de reforços. O mercado vai ficar agitado pelo menos até o início da próxima temporada. E quem não tem dinheiro para contratar, vai sofrer mais um ano. Vai investir em baixa qualidade na esperança de ver resultados, que possam evitar quedas e, ao mesmo tempo, encontrar um caminho para melhorar o faturamento.

No mercado de treinadores, são poucas as opções com um bom nome e que não afete a folha de pagamentos. Por outro lado, apostar num nome novo pode ser a melhor opção. O problema é que somos imediatistas. Se o resultado não acontece, dança o treinador, mesmo que seja de uma nova geração.

Quem mais vai ter problema, neste caso, são as equipes que subiram para a Série A, uma vez que o nível passa a ser outro. Segundona é uma coisa. Divisão principal é outra. E aí o risco de acontecer aquele vai e vem, sobe e desce.

E Lionel Messi conquista a Bola de Ouro pela sexta vez na carreira. Ele recebeu o prêmio concedido ao melhor jogador de futebol do mundo. Com isso, Messi chega ao total de seis Bolas de Ouro (2009, 2010, 2011, 2012, 2015 e 2019), deixando para trás o português Cristiano Ronaldo, que tem cinco títulos. No feminino, o título de melhor jogadora foi para a norte-americana Megan Rapinoe. Ela foi escolhida após um ano brilhante, no qual se destacou na Copa do Mundo de Futebol Feminino. Na competição disputada na França, ela foi escolhida a melhor jogadora, além de garantir a artilharia.

O prêmio entregue na segunda-feira (02) faz justiça pelo ano extraordinário que esses dois destaques tiveram. No caso de Messi, só na seleção argentina é que as coisas não andam. Desandam.

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Por: João Hermes

Radialista e cronista esportivo do Jornal Mensageiro desde 1985.

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