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Presidente do Banco do Brasil visita Frimesa

Encontro envolveu todas as cooperativas para discutir ideias e melhorias na eficiência da instituição para o agronegócio.

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A Frimesa e suas cooperativas filiadas – C.Vale, Copagril, Copacol, Primato e Lar – recepcionou na última terça-feira (18), o novo presidente-executivo do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro e sua equipe Francisco Augusto Lassalvia, Diretor Corporate e Investment Banking, Jayme Pinto Junior, Diretor de Comércio Exterior, Wilson Pereira Cardoso Junior, Superintendente Corporate Centro Sul, Jefferson Marcos Vendrame, Gerente Geral, Claudemiro Fomes da Silva Junior, Assessor Especial.

O encontro está no plano da nova gestão do BB de priorizar por reuniões itinerantes envolvendo setores importantes da economia brasileira para ouvi-los, entre elas, o agronegócio. A proposta é discutir ideias e alternativas de buscar melhoria da eficiência da instituição e desinvestimentos em ativos não essenciais.

Na oportunidade, a Frimesa apresentou seu plano de expansão através das obras do frigorífico de Assis Chateaubriand e todo o Conselho Administrativo fez apontamentos das necessidades e realidade existente em suas cooperativas.

De acordo com o presidente, Fausto Ribeiro, o principal objetivo dos encontros e levar conhecimento da realidade e necessidades das cooperativas ao presidente, Jair Bolsonaro, além de firmar as parcerias já existentes. “Sabemos como é pujante o cooperativismo no Paraná. São exemplos de gestão que o Brasil todo precisa conhecer. O BB é parceiro e se propõe a ajudar nesse desenvolvimento do agronegócio”, afirma.

O diretor-presidente da Frimesa, enalteceu que é a primeira vez que um presidente do BB vem conhecer o sistema cooperativista na região Oeste e, reforça que o agronegócio, principalmente as cooperativas, têm assegurado renda, emprego em todas as cidades onde estão inseridas e, principalmente, mudado a vida da agricultura familiar. “As cooperativas têm sido a salvação da economia do Paraná, tanto nos momentos bons como ruins. Precisamos das parcerias como do Banco do Brasil que priorizam por políticas que atendam às necessidades de todos os envolvidos nessa cadeia produtiva”, finaliza.

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