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Nosso Povo

CARNAVAL

Eterna foliã

 

Flávia Magnoni Sehenem nasceu em Porto Alegre, tem 55 anos, e é filha de Breno José dos Santos e Marilene Barberena Magnoni. Possui dois irmãos: Fabricio e a Fabiane. É casada com Jair Roberto Sehenem e mãe da Morgana e da Mariana. “Morei em Porto Alegre até os sete anos de idade e tenho ótimas recordações da minha infância, memórias afetivas de lugares e da família. Depois mudamos para Santa Rosa, cidade maravilhosa, onde ainda possuo amigos de infância e ótimas recordações. Com 11 anos mudamos para o Paraná, primeiro residindo em Cascavel e em 1982, mudamos para Medianeira. Saí daqui só para estudar em Porto Alegre, mas com a certeza de que iria retornar, pois era em Medianeira que queria morar e trabalhar. Desde o primeiro momento, me apaixonei por essa cidade. Sempre digo que eu escolhi morar aqui, eu quis voltar para Medianeira, depois da faculdade”, relembra.

Flávia se formou em Direito em 27 de dezembro de 1990 e na virada daquele ano já estava de volta a Medianeira. “Voltei cheia de expectativas. São 32 anos fazendo o que eu gosto. Amo minha profissão”, afirma a advogada.

Além do Direito, a outra paixão de Flávia é o carnaval. “Minha família materna sempre foi muito festeira e eu não fiquei longe. Com nove meses me fantasiaram para o carnaval e dali para frente sempre participei dessa festa, quer com fantasias individuais, quer participando em Blocos. Dirigi o Bloco Prisioneiros por 10 anos, de 1985 a 1994, nos anos de ouro do carnaval de Medianeira. A cidade vivia o carnaval o ano todo. As disputas de blocos, com fantasias muito bem elaboradas, faziam o nosso carnaval, o melhor da região. É uma pena que isso tenha se perdido”, lamenta.

O amor de Flávia pelo carnaval sempre foi tanto que um de seus sonhos era desfilar no Sambódromo do Rio de Janeiro e mais especificamente pela Mocidade Independente de Padre Miguel, sua Escola de Samba de coração. “Durante anos esse desejo foi adiado, pois viver o carnaval aqui em Medianeira era mais importante, depois casei, vieram as filhas, e o tempo foi passando. Em meados do ano passado, eu vi que a Mocidade estava disponibilizando as fantasias comerciais e resolvi embarcar nessa realização. Alguns amigos que ficaram sabendo, compraram a ideia e fomos em sete pessoas, cinco desfilaram e dois foram assistir nas arquibancadas. “É uma experiência única, ímpar. O Rio de Janeiro vive o carnaval. Muitos blocos de rua, pessoas fantasiadas o dia todo, nas ruas, no metrô, na praia. Fantástico”, finaliza.

 

 

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Por: Ana Cláudia Valério

Mestre em Educação, Especialista em Docência no Ensino Superior e graduada em Comunicação Social – Jornalismo. Tem experiência em Jornalismo nas áreas de Televisão, Assessoria de Comunicação e Jornal Impresso, tendo trabalhado em veículos de comunicação, instituições de ensino superior e campanhas políticas. Hoje é editora do Jornal Mensageiro e coordenadora de Gestão e Memória da Casa da Memória Roberto Antonio Marin, de Medianeira.

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