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Zidane mostrou que tem estrela mesmo

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Por mais que queiramos não gostar porque nele joga o CR7, marrento, senhor de si em todos os momentos, o time do Real Madrid só é o que é, por ser real. Não é fantasioso. Joga e joga muito. E tem lampejos de sorte. Ou de azar (se isso existe) dos adversários. O que se viu na decisão da Liga dos Campeões, foi de tudo um pouco. Nem mesmo o time que mais marcou gols na edição 17/18 da Liga foi capaz de superar um time bem montado. Mesmo com bolas na trave, o impacto de ver seu goleiro falhar foi fatal. A situação foi tão humilhante, que o time ainda tentou buscar forças para se recuperar, mas o que se viu na sequência foi algo impressionante. O gol de Bale, saindo do banco, fazer um golaço e depois, contar novamente com o infortúnio do goleiro Karios, foi demais. Já escrevi em outras oportunidades, que time que se dá ao luxo de ter no banco de reserva outro time ou outras peças de reposição, no mesmo nível de quem já está em campo, é muita coisa.

E mais uma vez, Zinedine Zidane, mostrou que tem estrela mesmo. Coloca Bale em campo e o homem vai lá, com sorte ou felicidade, escolha a opção, decide o jogo.

No entanto, ainda resta uma dúvida: Salah, se estivesse em campo, poderia fazer a diferença? Lesionado saiu muito cedo. Mas como no futebol, a preposição “se”, não entra em campo, sempre teremos aquela pontinha de desconfiança.

E hoje, não dá pra antecipar qualquer outra composição na final do Mundial de Clubes sem o Real Madrid. E se facilitarem a vida do time do CR7, eles faturam outra vez.

Ainda sobre o craque egípcio, o que se espera é que a lesão não o deixe fora da Copa. Seria lastimável. Ainda mais pelo grande momento que atravessa. Joga muito.

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Por: João Hermes

Radialista e cronista esportivo do Jornal Mensageiro desde 1985.

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