O amor pelo trabalho em sala de aula
Por Tanner Rafael Gromowski . 23 de setembro de 2021 . 15:08
Daniela Sabadin nasceu em Céu Azul e mudou-se para Medianeira com seus pais em 1970 quando tinha apenas 40 dias de vida. “Tenho uma família maravilhosa, moro com meus pais, irmã e dois sobrinhos, os quais amo demais e são tudo para mim”, afirmou a personagem da Coluna Nosso Povo dessa semana.
Daniela é formada em Artes e Pedagogia, com especializações em Didática e Metodologia de Ensino; em Educação Especial, Fundamentos da Educação e Mestre em Ciência e Tecnologia da Educação. Relembra que a iniciativa de atuar na educação foi inspirada em seu pai. “Ele era professor da rede pública estadual. Também me inspirei nas minhas professoras do Jardim de Infância, Sueli Buche, Elizete Bernardes e entre outras. São pessoas das quais até hoje tenho muito carinho, admiração e boas lembranças”, confirmou.
Ao falar sobre o trabalho, a professora comenta sobre as atuações nos colégios. “Comecei como estagiária no Colégio Estadual Marechal Artur da Costa e Silva, quando ainda cursava o Magistério (hoje Formação de Docentes do Ensino Infantil). Trabalhei nos Colégios Presidente Kennedy e Pedro Américo em Serranópolis do Iguaçu, no Colégio Euclides da Cunha em Matelândia, em São Miguel do Iguaçu no Colégio Nestor Victor dos Santos (nesses como docente nos cursos de Magistério). Também trabalhei na direção no Colégio Cenecista (CNEC) de Medianeira e como professora no Colégio Cenecista de São Miguel do Iguaçu. Hoje atuo como pedagoga no Colégio Belo Horizonte, como professora e pedagoga no Colégio Tancredo Neves e também no CEEBJA (Colégio Olavo Bilac) como professora”.
Questionada sobre a importância da profissão em sua vida, ela confirma ser um trabalho gratificante. “Não tenho palavras para explicar o tamanho da paixão e o prazer em fazer o que faço e em auxiliar as pessoas. Muitas vezes percebo nos gestos e atitudes das pessoas o quanto podemos fazer a diferença na vida delas. Educar/ensinar é uma arte. Amo o que faço, amo o convívio diário com meus colegas de profissão. Sem contar que também é gratificante encontrar as pessoas, saber que foram meus alunos e que hoje estou lecionando aos filhos deles”, enfatizou a professora.
Daniela Sabadin encerra a entrevista citando Rubem Alves: “Os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas no amor. Intérpretes de sonhos”.



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