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Saúde mental em tempos de coronavírus

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Incertezas. É o que define o momento em que estamos entrando. Com a pandemia do coronavírus o mundo parou. Nossa geração nunca viveu algo parecido antes e a rapidez com que o vírus se propaga é assustadora. Mas, estamos aqui e precisamos enfrentar o problema. Não há muita escolha, a não ser buscar o equilíbrio e ser forte.

Sim, vamos perder pessoas queridas, parentes ou amigos e não sabemos se nós mesmos sobreviveremos. Porém, vamos seguir, vamos nos apoiar e tentar passar por este momento da melhor maneira possível.

Há algumas maneiras de tornar esta quarentena em casa menos pesada. Entre elas, manter a calma. No desespero a tendência é pôr os pés pelas mãos, tomar decisões erradas. É um momento de reclusão e vai passar.

Tente não ficar o tempo todo vendo notícias, informações, vídeos ou ouvindo áudios negativos, pesados. Manter-se informado é diferente de ficar o dia todo absorvendo tudo o que nos chega.

Faça coisas que gosta enquanto estiver em casa. Leia um livro, cuide do corpo, faça aquela comidinha que você gosta, mexa com plantas, assista filmes e séries que sempre quis ver, mas não tinha tempo, organize coisas que estava sempre deixando para outra hora.

Outra coisa muito importante é buscar maneiras de ajudar o próximo. Ações que visam o bem comum costumam nos deixar leves, satisfeitos, como se tivéssemos feito a nossa parte. Mas, se por outro lado, for você que precise de ajuda, não tenha bloqueios em pedir. Neste momento, a solidariedade é um ponto de luz em meio a esta escuridão.

Há muitas pessoas tendo crises de ansiedade e confundindo com os sintomas do coronavírus. Um dos sintomas de uma crise de ansiedade é a falta de ar, mas os demais sintomas diferem do contágio. Os sintomas do corona são febre, tosse seca e falta de ar. Já os sintomas mais comuns da crise de ansiedade são falta de ar, coração acelerado, suor frio, pânico e tremor. Vamos tentar nos acalmar e não somatizar o medo. O medo desestabiliza. O medo paralisa.

“A crise pode ser ruim, mas também pode ser o início da cura. É ela que nos obriga a buscar algo melhor.” Autor desconhecido

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Por: Camyle Hart

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa em 1999, atuando por 15 anos na área, em diversos veículos de comunicação do Paraná. Pós-graduada em Comunicação e Mercado na Era Digital.
Formada em Psicologia pela Faculdade Anglo Americano – Foz do Iguaçu, especializando-se em psicologia Junguiana. Atualmente, mantém uma coluna sobre saúde mental nos jornais Nossa Folha e O Mensageiro, ambos de Medianeira. Mantém um blog sobre temas da psicologia e atua como psicoterapeura, no contexto ‘home care’(domiciliar) e online.

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