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Clubes brasileiros sem forças junto a Conmebol

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País que tem cinco títulos mundiais, tem um mercado internacional de jogadores muito acima da média, marca presença seguidamente em finais de Libertadores e outras competições do continente, no entanto, tem quase nenhuma representatividade junto a Conmebol – a Confederação Sul Americana. São Paulo, Inter, Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Grêmio, Atlético-PR entre tantos outros considerados os grandes que disputam a Libertadores, mesmo marcando presença nos encontros e reuniões da Confederação, são os argentinos os mais badalados, os mais paparicados, os mais cortejados em cada encontro de dirigentes de clubes.

Essa representatividade, ou domínio de poder, tem que mudar, ou pelo menos, promover um equilíbrio de forças. Mas para isso é preciso juntar forças, decidir de forma conjunta e contar com o apoio da CBF. Sem isso não vamos a lugar nenhum. Vamos sempre ajudar a encher os cofres da Confederação e nunca teremos o poder de colocar em prática nossas opiniões.

Em carta enviada à CBF, os principais clubes brasileiros pedem que a entidade máxima do futebol brasileiro interceda junto a Conmebol reivindicando “remuneração dos clubes, padronização e exigências, comerciais e calendário. Os clubes brasileiros também pedem tratamento mais respeitoso por parte da Diretoria de Competições de Clubes, Órgãos Judiciais e Tribunal de Disciplina da Conmebol”, diz o documento.

Como se pode observar, falta muito para que isso melhore. A CBF ainda não se manifestou sobre o assunto. Enquanto isso, os brasileiros continuam a ver os argentinos, principalmente, dando as cartas e recebendo tratamento diferenciado. Mas é fundamental para melhorar isso, que os clubes se unam para discutir as ações de forma conjunta e não individualmente, cada um pensando por si. Ou todos juntos ou nada se consegue. Penso que esse ainda é o grande problema a ser resolvido.

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Por: João Hermes

Radialista e cronista esportivo do Jornal Mensageiro desde 1985.

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