PRESERVAÇÂO
Recinto das harpias retorna ao circuito turístico do Refúgio Biológico da Itaipu
Espaço ficou fechado durante um ano para reforma. Melhor infraestrutura vai contribuir para programa de reprodução da espécie.
Texto por assessoria . Fotos por Rafa Kondlatsch / Itaipu Binacional . 5 de maio de 2023 . 10:00
A Política Linguística foi uma proposta apresentada pelo Núcleo Interdisciplinar de Estudos de Língua(gem) e Interculturalidade (NIELI) em meados do ano passado, porém a iniciativa de tratar o tema teve início em 2020. Vinculado ao Instituto Latino-Americano de Arte, Cultura e História (ILAACH), o Núcleo é composto por 18 docentes da área e tem a proposta de desenvolver a Política, além de programas, projetos e ações para o planejamento da educação bilíngue para a formação de uma comunidade acadêmica plurilíngue e intercultural.
Quando a proposta foi acatada pela instituição, promoveu-se a ampliação da discussão em grupo de trabalho devidamente regulamentado. Segundo o coordenador do NIELI, Matías Blanco, foi formada uma comissão ampla com a participação de diferentes áreas, não só as ligadas a Letras e Linguística. “Começamos a ajustar e a melhorar o conteúdo, discutir a primeira versão do documento e chegamos a um texto final contemplando as considerações dessa comissão interna”, diz.
A minuta da Política Linguística traz como diretrizes a democratização, a internacionalização e a transversalidade. E dentre seus objetivos está o de assegurar a valorização e o reconhecimento do ensino e da aprendizagem de línguas estrangeiras/adicionais para a comunidade externa e interna da Universidade. De acordo com Matías, várias instituições de ensino já dispõem de documento dessa natureza, porém muitas delas inseriram o tema em suas Políticas de Internacionalização. “Com base nas características específicas da UNILA, o bilinguismo institucional e o plurilinguismo de fato, consideramos que esse é um documento que dialoga com outras políticas, como a de Internacionalização”, defende.
Após implementação, a Política Linguística poderá ser revisada daqui a cinco anos. As ações necessárias para a implementação da Política serão conduzidas por uma instância administrativa a ser prevista na estrutura organizacional da instituição que, na opinião de Matías, torna-se necessária para contemplar todas as ações de ensino e aprendizagem de línguas, assim como a ambientação de alunos internacionais, entre outras consideradas prioritárias para a instituição. Essa estrutura será assessorada por um Colegiado cuja formação contará com a participação de representantes de diversas instâncias da Universidade. “Além da estrutura, também é necessário que haja um grupo de docentes concentrados nessas tarefas, com orçamento específico para que essas ações sejam realizadas e conte com a participação transversal de todas as áreas e setores”, finaliza.








Equipe do Refúgio Biológico de Itaipu.
Nicole Bueno e o amigo João Vítor, do Colégio Agrícola de Francisco Beltrão.


Comentários