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Nosso Povo

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O passado guiando o presente

Sua infância foi daquelas típicas de um garoto nascido em uma cidade do interior, nos anos de 1980. “Muitas brincadeiras de rua e, principalmente, futebol, tanto na TV, como nas diversas quadras esportivas espalhadas pela cidade. Fui um garoto muito tímido. Superei a minha aversão ao público apenas na adolescência, quando iniciei as práticas esportivas que dominaram parte desse período da minha vida. Nessa época, criei e cultivei grandes amizades, as quais lembro com muito carinho”, relembra.

José Antônio Faquin Alves nasceu em Medianeira, em 11 de agosto de 1981. É filho de João Alves e Gizélia Faquin Alves e têm cinco irmãos: João, Juliana, Rafaela, Mariana e Felipe. “Sou casado há mais de uma década com a Caroline, com quem compartilho as alegrias e desafios da vida. Desse relacionamento, nasceram as duas maiores maravilhas da minha vida, dois meninos de nomes Caio e Vicente, com quatro anos e sete meses, respectivamente”, destaca.

Desde menino, José Antônio já sabia que queria para o seu futuro. “Não sofri o dilema comum aos adolescentes a respeito da escolha profissional. Desde muito novo, por volta dos 12 anos, decidi que seria Juiz. Minha mãe me alertava que, para tanto, precisaria me dedicar muito aos estudos, algo que demorei a compreender. Não fui um aluno dedicado durante o colégio. Apenas após o ingresso na Universidade Estadual de Ponta Grossa passei a encarar os estudos como prioridade”, afirma.

E foi essa mudança de perspectiva que determinou o futuro profissional do atual Juiz do Trabalho. “Ainda durante a faculdade, passei no concurso para Técnico Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) 9ª Região, onde, dentre diversas atribuições, exerci o cargo de assistente de Juiz por mais de seis anos. Após um período longe dos estudos, em 2012, decidi retomar meu propósito inicial, concretizado no final do ano de 2014, com a aprovação no XXXIX concurso para a Magistratura no TRT da 2ª Região (São Paulo). Passados quase cinco anos nesse Tribunal, decidi que era hora de retornar ao meu Estado de origem, o que se deu ao final do ano de 2019”, recorda.

E mais recentemente para sua cidade de origem. “Pelas características do momento de minha carreira, atuo em diversas localidades, com designações que perduram por poucas semanas, cobrindo férias ou em auxílio a colegas. Mesmo ciente da possibilidade, jamais me imaginei atuando em Medianeira. Foi uma grata surpresa, que encaro com alegria e um senso ainda maior de responsabilidade por mediar e solucionar conflitos de empresas e pessoas que, mesmo de forma indireta, fizeram parte da construção da pessoa que me tornei”, reforça o Juiz.

Para o futuro, José Antônio menciona algo simples e completo: ser feliz!. “Poder acompanhar de perto o crescimento dos meus filhos. Prosseguir na caminhada com a minha adorável esposa na busca pela construção de uma família sólida, amável e unida”, finaliza.

 

 

 

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Por: Ana Cláudia Valério

Mestre em Educação, Especialista em Docência no Ensino Superior e graduada em Comunicação Social – Jornalismo. Tem experiência em Jornalismo nas áreas de Televisão, Assessoria de Comunicação e Jornal Impresso, tendo trabalhado em veículos de comunicação, instituições de ensino superior e campanhas políticas. Hoje é editora do Jornal Mensageiro e coordenadora de Gestão e Memória da Casa da Memória Roberto Antonio Marin, de Medianeira.

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