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Nosso Povo

Tocando em frente

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Na semana em que se comemora o Dia Internacional do DJ, o personagem da coluna Nosso Povo desta semana é o missalense Marcelo Ferrari, que cursa Medicina Veterinária, mas tem uma carreira paralela como DJ. Ele nos contou um pouco da sua trajetória na cena eletrônica e como está sendo ficar mais de um ano fora das pistas.

Marcelinho, como também é conhecido, teve contato com a música eletrônica em 2017. Participando de algumas festas, logo se identificou com o estilo e o conceito e não demorou para virar paixão. “Um tempo depois, foi lá da pista mesmo, admirando o DJ que tocava, que veio a vontade de aprender a mixar e um dia subir nos palcos. Era o início de um sonho”, comentou.

A partir daí começou a busca pelo aprendizado, o conhecimento sobre música era praticamente zero, mas teve o privilégio de ter ao seu lado os amigos Paulo Sérgio (Paulo S.) e André Shchuh Matias (Guerra), DJs que foram seus primeiros professores e deram muito suporte para o início da sua carreira. “Eles me ensinaram praticamente tudo o que sabiam desde teoria a prática, abriram minha mente com muitas aulas e treinos, e hoje sou muito grato a eles por todo o conhecimento recebido”, afirma Marcelinho. Após adquirir conhecimento básico, quis aperfeiçoar suas técnicas, ingressando em um curso avançado com Wagner Ferreira (MUVT), onde aprendeu macetes importantes, aprimorando cada vez mais suas apresentações. Ele ainda teve o suporte do DJ e Produtor Lucas Limas, que ensinou como se portar como um artista profissional, tutorial que ele recomenda para todos os DJs que estão iniciando a carreira.

Em janeiro de 2018 veio a primeira oportunidade de tocar em um bar na sua cidade. Depois disso as coisas começaram a acontecer, foi ganhando espaço em tabacarias e pequenas festas que deram confiança para chegar a tocar em grandes eventos da região e também produzir seus próprios eventos (Slow Match e Body Talk). O Tech House é a vertente que ele mais toca, mas também varia entre Progressive House, House e Deep House. Marcelinho fez questão de dizer que apesar disso é muito eclético e escuta praticamente todas as vertentes de low ao high bpm, além de gostar de outros gêneros como Rap, Hip Hop entre outros.

Há cerca de um ano fora das pistas devido à pandemia, o DJ disse estar muito triste em não poder atuar, e vem buscando conhecimento nesse período fazendo cursos on-line e estudando em casa. “Tenho muitos planos ainda para o futuro, minha maior meta é me tornar um DJ/Produtor reconhecido, porém requer um bom tempo de prática e estudo”, destaca.

 Quem quiser saber mais sobre o trabalho do Dj Marcelinho pode acessar https://linktr.ee/marceloferrari ou entrar em contato pelo telefone (45) 99944-4635.

Marcelo Ferrari se apresentando na Slow Match, desta que ela realiza em parceria com o Aruba Café

Nosso Povo

Por: Douglas Florêncio

Técnico em design gráfico e fotografia pelo Sesc/PR. Colunista esportivo, há mais de 10 anos trabalhando em jornal e outras mídias.

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