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“Há 10 anos encontro-me realizada profissionalmente exercendo desde então o cargo de Delegada de Polícia”, afirma Ana Paula

Ana Paula Cunha Carvalho nasceu aos 04 dias do mês de julho de 1979, na cidade de Teresópolis/RJ. Filha de Wanderley Cunha (in memorian) e de Nelci Eni Wentz Cunha, tem uma irmã Gabriella Wentz Cunha. É casada com José Ricardo F. de Carvalho, com quem tem dois filhos Lívia Cunha Carvalho (7 anos) e Davi Cunha Carvalho (3 anos). “Nasci no estado do Rio de Janeiro, mas ainda muito pequena passei a residir em Medianeira, onde permaneci até meus 25 anos. Como toda criança que vive em uma cidade pequena, tive uma infância muito tranquila, onde brincar de esconde-esconde, pular corda, amarelinha e de bonecas era meu passatempo preferido. Posso afirmar também que uma das fases mais legais da minha vida foi minha adolescência, onde estudei no Colégio Mondrone, local por qual mantenho um enorme respeito, não só pela instituição de ensino que é, mas em especial aos grandes mestres que tive como exemplo. Afirmo também que nesta fase fiz grandes amigos, em especial quando passei a jogar voleibol, o que me proporcionou além de inúmeras alegrias, um grande conhecimento e amadurecimento para a vida. Aprendi que nem sempre podemos ser vitoriosos, mas a satisfação em cumprir com afinco aquilo que lhe foi proposto, é também extremamente gratificante”, conta ela.

Aos 17 anos, Ana Paula ingressou na faculdade e aos 21 estava formada no Curso de Direito. “Tornei-me advogada, onde exerci essa linda profissão, e tive a honra de ter como professor e colega, meu amado pai, Wanderley Cunha. Embora apaixonada pela advocacia, há 10 anos encontro-me realizada profissionalmente exercendo desde então o cargo de Delegada de Polícia”, relata.

A Delegada já atuou neste período na Delegacia da Mulher e do Adolescente em São José dos Pinhais, foi Delegada da Divisão Estadual de Narcóticos (DENARC), em Curitiba e vice-diretora da Escola Superior da Polícia Civil, também na Capital do Estado. Há cinco anos reside na Cidade de Ponta Grossa, onde é Delegada de Polícia, no 3º Distrito Policial e agora no NUCRIA – Núcleo de Proteção a Criança e ao Adolescente. “Atuar como delegada de polícia é trabalhar diariamente sem qualquer rotina, cada dia é diferente do outro, é nunca saber o que lhe espera no cumprimento de um mandado de prisão ou busca e apreensão, ou mesmo num simples atendimento na delegacia. É saber lidar com diferentes realidades sociais e mesmo assim respeitar cada cidadão que lhe procura para solucionar os mais variados tipos de crimes”, destaca Ana Paula.

Sobre as dificuldades, ela afirmou que são inúmeras, em especial falta de servidores, viaturas sucateadas, plantões ininterruptos, excesso de carga horária trabalhada. “Mas tudo isso se torna quase que imperceptível quando percebo no rosto das vítimas, em especial as minhas crianças e adolescentes, a satisfação destas e de seus familiares em ver o seu caso solucionado e o agressor afastado da convivência social, quando de sua prisão. O maior desafio, infelizmente ainda é fazer as pessoas acreditarem no trabalho desenvolvido pela Polícia Civil, e enxergarem que quem ali o exerce são seres humanos homens e mulheres, pais e mães, que todo dia deixam a comodidade dos seus lares para trabalhar pela segurança da sociedade, colocando inclusive seu bem mais precioso em risco, a vida, em prol de cada cidadão”, salienta a delegada.

Sobre o futuro, Ana Paula ressalta que nunca podemos perder a esperança. “As expectativas sempre devem ser as melhores possíveis, mesmo que não aconteçam da forma como planejamos. Acredito num cenário favorável aos policiais, em especial, agora, com a eleição de nossos pares que irão atuar junto a Assembleia Legislativa do Estado do Paraná e Câmara dos Deputados, fazendo, desta forma, com que nossos anseios e direitos não sejam mais preteridos. Espero e acredito numa atuação efetiva do Governo do Estado no que tange as condições de trabalho de alguns servidores estaduais (em especial policiais e professores) totalmente diversa do que vem acontecendo. Como dizem por aí: a esperança é a última que morre!”, disse esperançosa.

            E para finalizar a delegada reafirma seu amor por Medianeira: “Posso afirmar com absoluta convicção que essa Cidade, que me acolheu como fruto dela e também a toda minha família, ainda é a minha preferida. Embora atualmente esteja residindo em Ponta Grossa, é aqui que procuro passar minhas férias, onde além da companhia da minha família, tenho o grande prazer de ainda usufruir de grandes amizades que aqui permanecem”.

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Por: Ana Cláudia Valério

Mestre em Educação, Especialista em Docência no Ensino Superior e graduada em Comunicação Social – Jornalismo. Tem experiência em Jornalismo nas áreas de Televisão, Assessoria de Comunicação e Jornal Impresso, tendo trabalhado em veículos de comunicação, instituições de ensino superior e campanhas políticas. Hoje é editora do Jornal Mensageiro.

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